20 de nov. de 2009

BrazilFoundation promove seleção anual de projetos pelo oitavo ano consecutivo. Até 15/12.


O Programa de Seleção de Projetos da BrazilFoundation identifica e apóia as iniciativas de pequenas e médias organizações da sociedade civil sem fins lucrativos em todo o Brasil.

O objetivo da seleção é identificar projetos atuantes nas áreas de Educação, Saúde, Direitos Humanos, Cidadania e Cultura, com potencial de transformar a realidade social. Em particular, a fundação busca projetos com soluções criativas e efetivas, que possam se tornar referência e com capacidade de influenciar políticas públicas, a longo prazo.

A BrazilFoundation inicia o processo de seleção com a divulgação de um edital contendo os critérios de seleção e um formulário padrão. As propostas recebidas até 15 de dezembro passam por duas etapas de leituras por analistas diferenciados. Seus pareceres são discutidos em reunião conjunta onde são definidos os finalistas. Esta lista é apresentada à diretoria para apreciação e os finalistas são visitados, permitindo aos analistas formular pareceres contextualizados de cada projeto finalista. Após a visita, numa reunião final são determinados os projetos que serão apoiados. As organizações apoiadas recebem R$ 25 mil em duas parcelas ao longo de um ano.

Em seis anos de atuação, a fundação já recebeu mais de cinco mil propostas de organizações não-governamentais de todos os 27 estados brasileiros.

A BrazilFoundation é uma organização não-governamental que apóia iniciativas de organizações da sociedade civil brasileira que propõem soluções criativas e diferenciadas para os desafios enfrentados por comunidades em todo o Brasil. Em sete anos de atuação, a BrazilFoundation apoiou financeira e tecnicamente mais de 140 pequenas e médias organizações sociais.

Edital: http://brazilfoundation.org/portugues.html?id=portugues&link=edital2010

Fonte:http://captacao.org/recursos/editais-e-concursos/brazilfoundation-promove-selec-o-anual-de-projetos-pelo-oitavo-ano-consecutivo.-ate-15-12.html

É tudo o que falamos de Marketing, com o objetivo de mudar comportamentos, atitudes e opiniões.

São as ferramentas de marketing, como promoção, publicidade e propaganda utlizados em uma campanha focada em mudanças de comportamento da sociedade pelo próprio bem dela.

Por exemplo:

Quando você vê uma propaganda na TV dizendo: “Economize energia, desligue os eletrodomésticos da tomada, apague as luzes, não demore muito ao chuveiro, prefira o fogão ao forno microondas.” Esta propaganda quer que você mude seus hábitos, quer que você mude sua maneira de pensar e quer que você se sensibilize pela causa da falta de água. Porque essa mudança vai influir na sua própria qualidade de vida.

Quando você recebe no pedágio da rodovia em sua cidade um folheto explicativo dizendo para levar as crianças no banco traseiro do carro. Essa campanha quer conscientizar a sociedade para que ela PRATIQUE e faça dessa prática um hábito que beneficia à todos.

Quando você vê um outdoor dizendo “Faça sexo seguro. Use camisinha. Uma campanha de saúde que quer envolver a sua atitude pelo seu próprio bem.

Campanhas de Marketing Social podem ser iniciativas de empresas, de ONGs, de órgãos governamentais, de marcas, em conjunto com outras ONGs especializadas, ou em prol de uma causa simplesmente, sempre com o objetivo de beneficiar a sociedade e o planeta.

Fernanda Dearo

// MARKETING
Conjunto de estratégias e ferramentas utilizadas para satisfazer as necessidades e os desejos do consumidor, fazendo com que escolha o seu produto, com que ele confie, com que ele olhe para você, para a sua marca, para o seu nome.

Fonte: http://www.dearo.com.br/website/conteudo.asp?id_website_categoria_conteudo=2575&cod=1395&idi=1

RESPONSABILIDADE SOCIAL

Ao contrário do que muitos acham, Responsabilidade Social não é um conceito voltado APENAS para empresas.

Com nome bonito e difícil, o conceito de respeitar e amar o próximo e o planeta, ganha com a modernidade um apelido de que quem faz o que é politicamente correto, é "Socialmente Responsável".

Assim, é importante entendermos que ser socialmente responsável é obrigação de cada um e certamente de cada empresa, assim como é também de cada governo e de cada ONG, como de qualquer instituição.

"Responsabilidade Social é um conjunto de valores e princípios que orienta a ação e a interação com o meio e com o próximo". Esses valores e princípios são escolhidos por cada cidadão e organização para viver em sociedade. Alguns foram enraizados em nossa infância, na escola, na família. Outros foram adquiridos com o tempo, com amigos, em determinadas situações, com lições de vida.

Assim, pressupõe-se que uma pessoa socialmente responsável:
- Respeita sua família;
- Respeita a natureza;
- Educa os filhos de acordo com bons princípios e valores;
- Trata o ambiente público como se fosse SEU, cuidando e preservando;
- Conhece seus direitos e deveres e procura efetiva-los.

Na seqüência, pressupõe-se que uma empresa socielamente responsável:

- É transparente;
- Estabelece compromissos publicamente;
- Não agride o meio ambiente;
- Respeita as condições de trabalho de seus funcionários;
- Não adquire produtos de forncedores que não sejam socialmente repsponsáveis;
- Promove a motivação e o comprometimento;
- Mesmo atuando com princípios de marketing, analisa a possibilidade de prejudicar direta ou indiretamente seu cliente atendendo desejos e necessidades.

Imaginamos que um governo socialmente responsável:
- Administra de forma profissional e responsável o orçamento público;
- Garante direitos e deveres da sociedade;
- Identifica necessidades sociais e as soluciona;
- Preserva o meio ambiente e estuda possibilidades sustentáveis de desenvolvimento.

Na seqüência, uma ONG socialmente responsável:
- Administra os recursos de forma responsável;
- Profissionaliza e motiva sua equipe;
- Capta recursos através de projetos e ações de marketing e presta contas publicamente do uso desses recursos;
- Cumpre sua missão social com qualidade.

Difícil? Não. Muito mais simples do que imaginamos. Muito menos burocrático do que se pensa. Muito menos complicado do que se tenta explicar.

A DEARO entende de forma simples o CONCEITO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL e através dele transforma empresas, ONGs e órgãos governamentais. Um plano de responsabilidade social pode ser aplicado em qualquer empreendimento, inclusive dentro de você!

Por Fernanda Dearo

Fonte: http://www.dearo.com.br/website/conteudo.asp?id_website_categoria_conteudo=6920&cod=1395&idi=1

Da faculdade ao mercado de trabalho: a polêmica do uso de roupas curtas


20 de novembro de 2009 às 00:10

Por Equipe InfoMoney

Nos últimos dias, o caso da estudante expulsa da faculdade pelo uso de um vestido curto ganhou repercussão. Desta forma, a polêmica sobre a escolha de roupas adequadas para cada ambiente veio à tona.

No ambiente de trabalho, a preocupação é maior ainda. Por isso, utilizar peças discretas é a melhor opção, tanto para os homens quanto para as mulheres. Assim, a atividade desempenhada será o foco, em vez das roupas que se usa.

Segundo o presidente da ABRH- Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Ralph Arcanjo Chelotti, "a roupa que usamos transmite mensagens o tempo todo, mensagens que podem ser interpretadas de diversas formas, para o bem ou para o mal".

Cultura das empresas

Cada empresa tem uma cultura em relação à roupa utilizadas pelos colaboradores. Em geral, a etiqueta corporativa não permite peças curtas, transparentes, maquiagem e perfumes exagerados.

De acordo com a presidente da ABRH-ES, Ângela Abdo, as empresas se preocupam com o relacionamento dos funcionários com o público e as roupas chamativas podem levar a atitudes não profissionais por parte dos clientes, representando desgaste de imagem.

A recomendação, para não gerar problemas, é estar sempre atento à cultura, às regras e às normas das companhias.

"As culturas empresarias, muito ligadas às culturas dos países onde as empresas atuam, são modos de fazer, pensar e se comportar. São também um filtro, pois as pessoas que divergem da cultura terminam deixando a empresa ou sendo demitidas. Até a mesma empresa, com filiais em países diferentes, tem culturas diferentes", afirma o presidente da ABRH-RS, Pedro Fagherazzi.

Serviço Público

O setor público brasileiro tem normas restritas sobre o vestuário de seus funcionários, o que inibe o uso de peças provocantes no ambiente de trabalho. Em muitos casos, os colaboradores usam uniformes para evitar problemas.

"Embora uma funcionária pública não possa ser demitida por usar uma minissaia, por exemplo, o fato é que a atitude e o comportamento são itens considerados para a evolução da carreira, o que inibe o uso desse tipo de roupa. Além disso, muitos funcionários públicos atendem pessoas, se relacionam com o público, daí porque do uso das roupas adequadas, formais. É importante transmitir uma imagem de profissionalismo", explica o presidente a ABRH-DF, Manoel Mendes.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/da_faculdade_ao_mercado_de_trabalho_a_polemica_do_uso_de_roupas_curtas/27903

19 de nov. de 2009

Especialistas nacionais e internacionais discutem alternativas para o terceiro setor

19 de novembro de 2009 às 17:31

O I Seminário Internacional de Legislação Comparada sobre o Terceiro Setor, que aconteceu na Fundação de Rotarianos de São Paulo no último dia 9, reuniu cerca de 250 participantes. Prestigiaram a abertura do encontro o presidente da Fundação de Rotarianos de São Paulo, Eduardo de Barros Pimentel; o diretor geral das Faculdades, Dr. Custódio Pereira; a presidente da APF (Associação Paulista das Fundações), Drª. Dora Silvia Cunha Bueno; o cônsul-geral do Canadá, Paul Brunet; a presidente da comissão do 3º setor da OAB SP, Lúcia Maria Bludeni; e a Promotora de Justiça de Alagoas, Failde Soares Ferreira de Mendonça. O Ministério Público, representado por Lúcia Maria Bludeni, parabenizou as FRB e seus apoiadores pela iniciativa inédita.

Eduardo Barros Pimentel, em seu pronunciamento, destacou a importância de eventos como o seminário para uma discussão sobre a legislação no Terceiro Setor. “Trata-se de uma oportunidade especial para abordar a questão. Este é o momento oportuno, pois diversos setores da sociedade estão se mobilizando”.

Duas grandes discussões dominaram o debate: a primeira foi quando Dianne Lister (Canadá), Douglas Rutzen (EUA) e Jane Ryder (Escócia) contaram sobre as próprias experiências no Terceiro Setor; outro tema que causou impacto foi o contexto do Terceiro Setor brasileiro e sua atual legislação.

Douglas Rutzen – Presidente e CEO do International Center for Not-for-Profit Law (ICNL) – foi o primeiro convidado internacional a expor sua atuação na captação de recursos. O palestrante falou sobre a necessidade de serem observados critérios para o bom exercício da captação: “Recentemente, me questionaram se a nossa instituição deveria financiar países pobres. Respondi que depende. Isso porque, em muitos países, o governo chegou à conclusão de que deve administrar os seus próprios problemas, como a fome. Mas muitas ações acabam ficando expostas a mecanismos políticos”.

Jane Ryder, principal executiva da Scottish Charity Regulator (OSCR), da Escócia, destacou o importante papel do advogado no Terceiro Setor. “Como advogada, faço parte de um sistema de Justiça e há a necessidade de seguir princípios como a independência, a proporcionalidade e a prestação de contas”.

Outra advogada a discursar no primeiro painel do Seminário foi a canadense Dianne Lister, vice-presidente de External Relations & Advancement na Universidade Trent de Peterborough. Dianne destacou a importância do captador motivar o cidadão a doar. Enfatizou, ainda, a necessidade da transparência nas organizações e a necessidade do Terceiro Setor seguir um código de ética rigoroso: “É essencial que o captador não tenha seu salário vinculado à quantia dos recursos captados”.

Andrew Watt, vice-presidente internacional de desenvolvimento da AFP (Association of Fundraising Professionals), fez considerações sobre seu trabalho no Reino Unido, destacando a importância da transparência e a necessidade de uma plataforma regulatória clara, e finalizou sua apresentação com alguns itens importantes para constar na legislação do Terceiro Setor. Ele afirma: “O regulador deve sempre defender o setor”. Afirmou ainda que cerca de 20% da população do Reino Unido trabalha no Terceiro Setor.

Um modelo para o Brasil

Como a Constituição Trata do Terceiro Setor e como as autoridades cuidam do Terceiro Setor, foi o tema da apresentação presidida pela advogada Lucia Maria Baldini e moderada pelo desembargador Antonio Carlos Malheiros.

Um dos participantes, o jurista Ives Gandra Martins, falou sobre a legislação brasileira para o Terceiro Setor: “Ele necessita muito mais de uma lei complementar do que apenas explicita o que está na Constituição. Um primeiro caso é a vedação absoluta e o segundo é a possibilidade de isenção para casos específicos que não abrangem educação e assistência social. Mas o que tem ocorrido? Essa interpretação claramente definida não tem sido respeitada. Muitos dizem que a lei é mais inteligente que o legislador. Mas estou convencido que isso não pode ocorrer”.

Outro participante, o advogado Rubens Naves, falou sobre a importância dos diversos movimentos sociais surgidos nas décadas de 70 e 80. De acordo com ele, esses movimentos resultaram no amplo desenvolvimento do Terceiro Setor e citou o último levantamento do IBGE, que traz o número de 340 mil entidades filantrópicas levantadas pelo instituto.

A última discussão contou com a participação de Gustavo Justino de Oliveira, professor de Direito Administrativo da USP, que apresentou A Perspectiva sobre o Marco Regulatório para o Terceiro Setor – discussão de uma Proposta de Lei Geral do Terceiro Setor - que fez diversas considerações sobre a legislação no Brasil. De acordo com o especialista, o Terceiro Setor possui hoje regulamentação em diversas esferas (federal, estadual e municipal) e identificou uma dificuldade nessa característica.

“Muitas vezes essas leis são sobrepostas e há um excesso de portarias. Não existe um conceito normativo. A legislação é esparsa, difusa, multifacetada, confusa e fragmentada”, afirmou o advogado. Oliveira trouxe para o conhecimento dos participantes o Estatuto Jurídico do Terceiro Setor, que deverá ser apresentado como anteprojeto de lei.

O encontro contou com a participação de importantes representantes da sociedade civil brasileira, como Argemiro Severiano da Silva, Carolina Diniz Paniza, Cássio de Mesquita Barros, Custódio Pereira, Dora Silvia Cunha Bueno, Gustavo Justino de Oliveira, José André Beretta, Lucia Maria Bludeni, Marcos Biasioli, Marcos Paulo de Almeida Salles, Maria Laura Brandão Canineu, Paulo Sérgio Feuz, Roberto Quiroga Mosquera e Sergio Roberto Monello, que debateram a atual legislação do Terceiro Setor.

O I Seminário Internacional de Legislação Comparada sobre o Terceiro Setor foi promovido pelas Faculdades Integradas Rio Branco, OAB-SP, Fundação de Rotarianos de São Paulo, CEBRAF (Confederação Brasileira de Fundações, APF (Associação Paulista de Fundações), AFP (Association of Fundraising Professionals) e contou com o apoio do Consulado dos Estados Unidos.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/especialistas_nacionais_e_internacionais_discutem_alternativas_para_o_terceiro_setor/27895/

Enfoque Sistêmico - Gestão da Imagem Pública

Um dos maiores ativos de uma organização é o seu nome, não apenas sua razão social ou nome fantasia, mais sim a percepção que os stakeholders possuim em relação a sua atividade. Por isso, a construção de uma imagem sustentável possui relevância no contexto organizacional, pois garante robustez ao negócio, confiança dos clientes, fornecedores e colaboradores.

Segundo Centurião (2006), a imagem de uma organização do Segundo Setor, Pessoa, Estado ou Organização do Terceiro Setor, é constituida ao longo do tempo, pelo somatório de todas as opiniões emitidas pelos stakeholders, sociedade em geral e pela forma em que cada um capta tais informações. Toda vez que a organização é elogiada por um cliente, colaborador, empresa parceira entre outros, está contribuindo para construção de sua imagem.

Já para Usaid (2002, apud CARVALHO, 2005) a imagem da organização influência a capacidade de realização de seus projetos juntamente com os stakehoders, como estabelecer parcerias, captar recursos, contratar mão-de-obra, captar voluntários, vender produtos e até mesmo, atuar com a sua prestação de serviço junto a sociedade. As Organizações do Terceiro Setor atuam em parceria com outros setores, sem uma boa gestão de sua imagem, dificilmente tera eficácia em suas ações.

Para a construção de uma imagem positiva a organização deverá ter práticas de gestão transparetes entre organização e ambiente, inovação nos processos e trabalhos eficazes ao longo do tempo. A imagem positiva é um fator importante para que as Organizações do Terceiro Setor alcancem a sustentabilidade.

Referências
CARVALHO, Débora Nacif de. Gestão e Sustentabilidade: um estudo multicasos em ONGs ambientalistas em Minas Gerais. Orientadores: Prof. Ivan Beck Ckagnazanoff Prof. Allan Claudius Queiroz Barbosa. Belo Horizonte, 2006. 157 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Centro de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração, 2006.

CENTURIÃO, Alberto. Ombudsman – A voz do cliente na empresa, 2006. Disponível em:
. Acesso em: 10 Abr. 2009.

SANTOS, Iber de Souza Pancrácio dos; Félix, Rodrigo Gonçalves de Almeida; Carvalho, Tiago Davi Lage. Gestão para a Sustentabilidade do terceiro setor: um estudo de caso comparativo entre duas organizações do terceiro setor da cidade de Itabirito-MG. Orientadores: Profa. Denise Capuchinho Nonatos Prof. Tarcísio Cláudio Teles Passos. Itabirito, 2009. 70 f. Projeto Empresarial (Trabalho de Conclusão de Curso) – Faculdade de Administração de Itabirito, 2009.

18 de nov. de 2009

Redes Sociais: uma nova interação com o mercado

17 de novembro de 2009 às 00:09
Por Samuel Gonsales - http://www.administradores.com.br/

Essa experiência se dá pela criação de perfis com exibição de textos (pensamentos, comentários, etc.), imagens, músicas, fotos e vídeos pessoais.

Mais do que a exibição de um perfil, as redes sociais buscam um novo comportamento das pessoas para garantir compartilhamento de idéias e colaboração mútua. Não obstante os aspectos citados acima, é preciso destacar ainda que a opinião de cada indivíduo é cada vez mais valiosa, e que através das redes sociais, podemos aprender a ouvir nossos amigos, clientes, colaboradores, fornecedores, comunidade local e concorrentes, para que possamos entender suas opiniões, peculiaridades e características.

A palavra de ordem das redes sociais é interação. Comparando a internet com outros meios de comunicação em massa como televisão, rádio e jornal, estes deixam muito a desejar na interação com seu público.

A experiência única de rever amigos distantes, ou conhecer pessoas que curtem e conhecem coisas que também admiramos, é feita por meio de páginas da internet onde as pessoas se cadastram, tornando-se membros e passando a compartilhar sua vida ou parte dela com outras pessoas.Vale ressaltar, também, que as redes sociais estão promovendo desenvolvimento social, idéias inovadoras, novos valores e atitudes. Pessoas acostumadas ao silêncio estão agora colocando a boca no trombone e enfatizando suas opiniões. A difusão da internet e o acesso à informação tornaram-se muito mais democráticos.

Houve um caso muito interessante outro dia em que uma amiga estava contratando um buffet para uma festa. Ela conheceu o lugar, verificou as instalações e acertou o orçamento, mas antes de assinar o contrato, procurou no Orkut pessoas que já haviam promovido festas no mesmo lugar. Nessa busca, descobriu comentários de vários clientes sobre os pontos fortes e fracos do buffet. A decisão por fazer ou não a festa no local foi definida, desta forma, através das experiências compartilhadas pela internet com pessoas que já haviam utilizado o local. Finalmente, minha amiga desistiu do negócio e optou por outro buffet com feedbacks mais positivos no Orkut.

Quem usa?Com todo esse sucesso e mais e mais pessoas aderindo à novidade, as empresas e pessoas públicas começam a perceber que as redes sociais são uma valiosa ferramenta de publicidade, com retornos muito expressivos. Percebendo nelas a chance de um bom negócio, algumas empresas estão contratando mão-de-obra voltada especificamente para a comunicação via redes sociais, buscando se firmar nesse novo mercado.Veja alguns casos reais:

- O Presidente dos EUA, Barack Obama, usou as mídias sociais a seu favor, durante a sua campanha à presidência e também depois de eleito.

- O governo britânico incentiva seus soldados a utilizarem redes sociais para que mantenham contato com familiares e amigos. No início, os soldados precisavam de permissão para acessar sites de relacionamento – mas depois, foram liberados até mesmo para relatarem experiências no exército.

- Os bancos criam discussões e iniciativas para adentrar as redes sociais, pois sabem que seus clientes estão cada vez mais engajados em canais de comunicação de caminho duplo.

Uma finalidade também muito interessante para as empresas é saber o que estão falando sobre sua marca ou produto. Ao entrar em qualquer uma dessas redes e buscar o nome do produto ou marca, é possível tomar conhecimento de muitas informações desconhecidas internamente pela organização.

Redes sociais e a indústria da modaEm relação à indústria de moda e vestuário, que no Brasil investe cada vez mais intensamente em projetos na internet, como lojas virtuais, são poucas as marcas que chegam perto da popularidade de personalidades e celebridades nas redes sociais. Contudo, ao observar um ranking do Twitter organizado pelo número de seguidores, é possível ter uma noção de como algumas grifes estão à frente das outras.

Ranking de marcas no Twitter:

156ª - Havaianas - http://twitter.com/Havaianas

(Fonte: Clube de Criação de São Paulo: http://www.ccsp.com.br/ultimas/noticia.php?id=41256)

De ferramentas voltadas para interconectar pessoas ao redor do mundo, as redes sociais estão se tornando uma aposta cada vez mais comum para construir e manter relacionamentos sólidos com clientes, prospects, parceiros e colaboradores – seja para criar novas oportunidades de negócios, intensificar a fidelização de clientes ou fortalecer a marca.

O crescente número de internautas interessados em acompanhar novidades sobre diversas empresas mostra que a estratégia pode trazer grandes resultados. Até mesmo para a indústria brasileira de moda, que aos poucos supera a desconfiança desse mercado diante das novas formas de relação comercial que surgiram após a popularização da internet.

*Samuel Gonsales é Gerente Executivo da Millennium Network, especializada no desenvolvimento de sistemas corporativos para a indústria e o varejo dos setores de moda e vestuário. É analista de sistemas pela Universidade Paulistana com especialização (MBA) em sistemas de gestão empresarial pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP).